Floriano Martins (Fortaleza, 1957). Poeta, ensaísta, tradutor e editor. Tem se dedicado, em particular, ao estudo da literatura hispano-americana, sobretudo no que diz respeito à poesia. É autor de Escritura conquistada (Diálogos com poetas latino-americanos) e Escrituras surrealistas, ambos publicados em 1998, e Fogo nas Cartas (2001). Assina traduções de Poemas de amor, de Federico García Lorca (1998), Delito por bailar o chá-chá-chá, de Guillermo Cabrera Infante (1998), Dois poetas cubanos, de Jorge Rodríguez Padrón (1999), Três entradas para Porto Rico, de José Luis Vega (2000) e A nona geração, de Alfonso Peña (2000). Na poesia, destacam-se o volume Alma em Chamas (1998), Cenizas del Sol (2001), juntamente com o escultor costarriquenho Edgar Zúñiga, Natureza Morta (2001), com o artista plástico Hélio Rola, e Extravio de Noites (2001). Autor das biografias do compositor erudito Alberto Nepomuceno (2000) e do artista plástico Antonio Bandeira (2001). Com larga trajetória de colaboração à imprensa, no Brasil e no exterior, tem escrito artigos sobre música, artes plásticas e literatura. Atualmente dirige, juntamente com Claudio Willer, a revista Agulha e coordena a Banda Hispânica , do Jornal de Poesia. Integra o conselho editorial das revistas El Artefacto Literario (Suécia) e Poesia Sempre, da Biblioteca Nacional (Rio de Janeiro), sendo também correspondente das revistas Babel (Venezuela), Común Presencia (Colômbia), Matérika (Costa Rica) e Blanco Móvil (México).